O que significa tratar Canal?  escrito em sexta 05 junho 2009 19:37

É toda atividade exercida no interior dos dentes ou raízes isoladas, que busca manter estas importantes estruturas hígidas no sentido de desenvolverem suas atividades de função e estética na cavidade oral.

Etapas do tratamento:

Exame Clínico: inicia pelo preenchimento da ficha clínica; através das perguntas feitas para que possamos conhecê-lo(a) como um ser social, sua saúde passada e atual, pois são fatores importantes para a efetividade do tratamento a ser realizado

No exame clínico efetuamos as observações visuais, palpamos, digitamos tanto na cavidade oral, pescoço, face ou outras estruturas necessárias. Neste momento são feitas avaliações da situação estratégica do(s) dente(s) a ser(em) tratado(s).

Exame radiográfico- é uma etapa de grande importância no tratamento, pois é uma forma de conhecermos as estruturas internas e suas relações com as demais partes anatômicas, que serão objeto de nossa atividade profissional. Tratar canal implica sem pré no uso de técnicas radiológicas auxiliares, sem o que não há condições de tratamento. Um questionamento sempre feito é o de que as tomadas radio gráficas possam causar danos à saúde, fato este que em hipótese alguma causa qualquer prejuízo a sua saúde. O não uso deste auxiliar é que podem causar, no futuro, males muito maiores, como infecções, dores, inchaços etc. Outra pergunta é no que se refere a quantidade de radiografias. Os aparelhos de Raios-X modernos aliados às técnicas bem usadas e processamentos químicos corretos são fatores que nos permitem afirmar, com segurança, que nenhum dano será causado à saúde em geral. No término do tratamento entregaremos uma radiografia final que você deverá guardar ou entregar ao seu dentista e outra igual ficará em nossos arquivos como segurança
Fase Cirúrgica- é a essência do tratamento na busca das correções das patologias que o es tão prejudicando. Nesta fase que busca a restituição da saúde pode haver a necessidade do uso de anestesia local, ou trassituações podem não exigir tal procedimento; mesmo assim, isto não significará sofrimento através de dor na sessão. Confie em nossa orientação, pois temos segurança de que não sofrerá sensibilidade exagerada. Nesta etapa ocorrerá o esvaziamento do canal(is) de seu órgão pulpar(nervo vivo) ou de conteúdos existentes (resíduos, infecções), através da limagem, raspagem, irrigações, ultra-som, secagens e finalmente da confirmação das medidas de largura e comprimento do interior do(s) canal(is), para passarmos à próxima fase
Obturação: é a conclusão do trabalho cirúrgico, na verdade é uma barreira que criamos com o intuito de separar o meio in terno, que são os tecidos apicais acima da ponta do (s) canal(is)-, e o meio ambiente da cavidade oral. Sabemos que um tratamento de canal bem realizado é um dos procedimentos médicos mais duradouros, pode acompanhar o indivíduo por toda a existência. O sucesso desta atividade é avaliada pela obturação do canal que significará o sucesso ou fracasso do tratamento
Preservação: modernamente os conceitos da especialidade exigem um controle periódico do trabalho realizado até a chamada alta endodontia. Nosso protocolo de trabalho estabelece avaliações de períodos de 90/180/360 dias, após a obturação do(s) canal(is) . Seguramente, nestes intervalos é possível, através de radiografias, observarmos sinais da cura endodontia, tanto clínicas como radiológicas

Durante esta fase de aguardo, podem e devem ser restaurados, mesmo que temporariamente, o(s) dente(s) ou raiz(es); com isto manteremos o selamento hermético do canal.

Nossa experiência acumulada de anos de trabalhos clínicos permite afirmar que o sucesso de um tratamento endodôntico, está na razão direta da comunicação, cooperação e confiança entre paciente e o profissional que o atendeu. Uma pergunta sempre nos é feita: quantas sessões serão necessárias? Respondemos: em condições normais, no máximo, quatro sessões e, nos casos de polpa viva, geralmente, apenas uma sessão.

A finalidade deste artigo é tentar evitar as ansiedades decorrentes das fantasias e experiências cria das em tomo do ato de tratar canal.

Fonte: ABC da Saúde

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Alergia Respiratória (Rinite)  escrito em sexta 05 junho 2009 18:56

O que é?

Uma alergia é uma situação na qual o organismo apresenta uma resposta imunológica (de defesa) diferente da resposta protetora esperada, causando alterações indesejáveis. O termo “alergia” vem do grego “allos”, que significa alterações do estado original. Então, a alergia é uma reação específica do sistema de defesa do organismo à substâncias normalmente inofensivas. Pessoas que tem alergias freqüentemente são sensíveis a mais de uma substância.

Os tipos de alergenos - substâncias que causam reações alérgicas - incluem:
 

pólens,
partículas de pó,
esporos de fungos,
alimentos,
látex,
veneno de insetos e
medicamentos.

Quando a alergia afeta o sistema respiratório, chamamos de alergia respiratória.

Como se desenvolve?

Pensamos, atualmente, que as doenças alérgicas, de uma maneira geral, tem origem multifatorial e complexa. Acredita-se que, para sua ocorrência, tem que haver uma combinação entre uma predisposição genética da pessoa e uma situação no ambiente facilitadora para que a doença se exteriorize.

Dentre os fatores que favorecem o aparecimento da rinite alérgica em crianças, por exemplo, podemos citar o tabagismo passivo no primeiro ano de vida, história de alergias em parentes em primeiro grau, a exposição a alérgenos animais (pêlos de gato, cachorro e etc) e pouco tempo de aleitamento materno dentre outros.

Normalmente, o sistema imune funciona como defesa do organismo contra agentes invasores, como as bactérias e vírus. Entretanto, na maioria das reações alérgicas, o sistema imune (de defesa) está respondendo a um falso alarme. A pessoa primeiro entra em contato com um alergeno e o sistema imune trata este como um invasor e mobiliza-se para atacá-lo.

O sistema imune gera grandes quantidades de um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE).

Cada anticorpo IgE é específico para um tipo particular de alergeno.

No caso da alergia a pólen, um tipo de anticorpo pode ser produzido para reagir contra um tipo de pólen, enquanto outro pode ser produzido para combater outro tipo de pólen.

Quando um alergeno (pólen, pó ou outro) entra em contato com seu anticorpo IgE específico, vários elementos químicos são liberados no sangue e passam a agir em várias partes do corpo, assim como no sistema respiratório, causando os sintomas da alergia.

No sistema respiratório, a alergia poderá manifestar-se como uma doença alérgica no nariz (rinite alérgica) ou nos pulmões e vias aéreas (asma ou hiper-reatividade brônquica).

Há também a polinose (febre do feno), que é uma doença que ocorre sempre na mesma época do ano – a primavera, quando ocorre a polinização. Os grãos de pólens de plantas se depositam nos olhos e nariz, levando a uma reação alérgica. Dentre as plantas que podem causar alergia estão: azevém, ciprestes, eucaliptos, plátanos, acácia e outros.

O que se sente?
 

espirros
coriza (nariz com corrimento)
obstrução nasal
tosse
gota pós-nasal ("catarro escorrendo atrás da garganta")
olhos, nariz e garganta um pouco avermelhados
chiado no peito

Como se faz o diagnóstico?

Quando o médico conversa com seu paciente, ele tem a possibilidade de colher dados que indicam a presença da doença.

O exame físico auxiliará neste sentido.

Além disso, o médico poderá realizar testes de pele e de sangue como exames complementares.

No teste de pele, o médico poderá definir se o paciente tem na sua pele anticorpos do tipo IgE que reagem a determinado alergeno. Utilizará extratos diluídos de alergenos como o pó dos ácaros, pólens ou mofos para realizar o teste, que pode ser feito através de inserção do alergeno debaixo da pele ou pela aplicação deste sob um diminuto arranhão feito no braço.

Este teste de pele é fácil de fazer, além de ser barato.

Entretanto, não deverá ser feito em pessoas com eczema (tipo de doença alérgica disseminada na pele). Nestes casos, poderá ser feito um outro teste diagnóstico chamado RAST, que utiliza uma amostra de sangue para determinar os níveis do anticorpo IgE circulante no sangue contra um alergeno particular.

Sob orientação médica, alguns antialérgicos e antidepressivos devem ser suspensos antes dos testes diagnósticos serem realizados, para que os resultados não sejam afetados. De acordo com a medicação em uso, a suspensão poderá ser necessária com até 3 meses de antecedência.

Em relação a interpretação dos resultados dos testes, devemos lembrar que em crianças e idosos pode haver subestimação de tais resultados devido à reatividade diminuída neste grupo.

Como se trata? Como se previne?
 

O médico poderá recomendar o uso de anti-alérgicos para combater ou prevenir os sintomas da alergia respiratória.
A melhor opção de tratamento deverá ser definida pelo médico para o tratamento e prevenção da asma, hiper-reatividade brônquica e rinite alérgica.
Outra opção de tratamento é a imunoterapia (“vacinas”) que utiliza injeções com dosagens progressivas de substâncias que provocam a alergia, com o intuito de “acostumar” o corpo a receber tais alergenos, diminuindo a sensibilidade do organismo a estes.
Além das medicações, o médico poderá alertar o paciente sobre como evitar o contato com os alergenos.

Embora não exista cura para as alergias, uma destas estratégias ou a combinação delas poderá dar graus variados de alívio dos sintomas alérgicos.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Que podemos fazer no ambiente doméstico para diminuirmos a freqüência dos eventos alérgicos?

Quais os alimentos que devem ser evitados para prevenção de alergias?

Remédios antialérgicos podem provocar sonolência? 

Fonte: ABC da Saúde

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Anemia da Carência de Ferro  escrito em sexta 05 junho 2009 18:26

O ferro, por fazer parte da molécula, é indispensável à produção da hemoglobina, pigmento dos glóbulos vermelhos, que lhes permite o transporte de oxigênio, e cuja falta denomina-se anemia. A carência de ferro é a causa mais comum de anemia (anemia ferropênica).

As razões antecedem a história. O homem primitivo, presume-se, alimentava-se como seus assemelhados do topo da escala zoológica: frutas silvestres, ervas palatáveis, ovos avidamente procurados e presas animais, de larvas a mamíferos de porte. Canibalismo talvez fosse um evento vulgar.

Essa dieta natural aportava-lhe ferro ligado a proteínas animais e vitamina C das frutas, combinação apropriada à absorção do ferro no trato digestivo humano. Em épocas de escassez o homem primitivo deveria ser desnutrido, faminto, mas raramente ferropênico.

O sobrenome sapiens, que o diferenciou dos antropóides, levou o homo à invenção da agricultura: a colheita fixou-o ao solo, a fonte previsível de alimentos deu origem à expansão demográfica. Milhares viraram milhões, agora seis bilhões. Não há proteínas animais para tantos e, infelizmente, o trato digestivo humano não evoluiu para os novos tempos: absorve mal o ferro dos grãos, dos tubérculos e das plantas verdes. Crê-se que 20% da população mundial não têm, no organismo, reservas de ferro suficientes para repor a hemoglobina: qualquer excesso de demanda desencadeia anemia ferropênica. Esta se transformou em problema de saúde pública de espantosa prevalência.

No Brasil, a dieta carente é, por si só, o fator desencadeante de anemia ferropênica, apenas nos seguintes casos:

Nos lactentes, quando alimentados com leite bovino. O ferro do leite, já escasso, é mal absorvido; entre os 6 meses e os 2 anos de idade a anemia é quase universal. O aleitamento materno, com absorção muito superior do ferro, evita a anemia.
Nas gestantes de baixa condição sócio-econômica: a passagem de ferro pela placenta, para as necessidades fetais, causa um balanço negativo de ferro; se não houver complementação, haverá anemia.
Nos idosos desassistidos: falta de recursos, dentadura em mau estado, inapetência fazem predominar a alimentação composta de café com leite, pão, sopas, virtualmente sem ferro assimilável.
Nos vegetarianos restritos: são raros.

Como se desenvolve a anemia ferropênica?

Fora dos casos acima, a anemia da carência de ferro, como regra, independe da alimentação; decorre de perda crônica de sangue. Nas zonas rurais e litorâneas, sem saneamento, a espoliação por verminose, principalmente na infância, é causa comum.

Nas mulheres em idade fértil, o excesso menstrual (hipermenorréia), não notado ou desvalorizado, é a causa de 95% dos casos de anemia ferropênica, e a razão da prevalência desta ser 20 vezes maior em mulheres que em homens. As pacientes (às vezes, também, os médicos), entretanto, custam a crer ser essa a causa da anemia; habituadas à hipermenorréia, consideram-na "normal, porque sempre foi assim" e persistem em procurar na dieta, na "falta de fixação do ferro", motivos outros em detrimento da causa óbvia. O ferro do corpo humano não tem mecanismo de excreção e, certamente, não se evapora: perde-se com a perda de sangue.

Nos homens, e numa minoria de mulheres, a anemia ferropênica decorre de perda crônica de sangue no trato digestivo, por gastrite, úlcera, tumores e inflamações intestinais crônicas. O sangue perdido sai digerido na massa fecal; quando o volume excede 50 gramas as fezes tornam-se escuras, luzidias, e com um cheiro fétido (melena). As pessoas, em geral, não atentam para as próprias fezes: a perda de sangue quase nunca é notada.

Diagnóstico

O diagnóstico de anemia ferropênica costuma ser fácil: o hemograma mostra a anemia, caracterizada pela presença de glóbulos vermelhos menores que o normal (microcitose), por faltar-lhes conteúdo hemoglobínico. A dosagem plasmática da ferritina, forma química de armazenamento do ferro no organismo, mostra-a muito baixa ou ausente.

Tratamento

A anemia ferropênica cura-se em dois a três meses com a administração de sulfato ferroso oral. Outros compostos de ferro, mais caros e comercializados com a alegação de que são melhor tolerados pelo trato digestivo, têm absorção insatisfatória. Querer tratar a anemia ferropênica com "alimentos ricos em ferro" (os pacientes geralmente citam fígado, espinafre, feijão, beterraba - esta pela cor) não tem cabimento: o ferro alimentar é sempre insuficiente para esse fim. Se persistir a causa da anemia ferropênica, como por exemplo, em casos de hipermenorréia intratável, a anemia reaparecerá alguns meses ou anos após a cura com o tratamento. Nesses casos sugere-se um controle periódico pelo hemograma, com repetição do tratamento quando necessário.

Fonte: abcdasaube

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Entenda a gripe suína  escrito em terça 05 maio 2009 18:46

ENTENDA A DOENÇA
  O que é a gripe suína?
Trata-se de uma doença respiratória que começa em criadores de porcos. Um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente. Tem uma letalidade maior.
  É transmissível ao ser humano?
Sim, começando, em geral, por pessoas que estejam em contatos com os porcos.
  Pode-se contrair a doença comendo carne de porco?
Não. A gripe é transmitida por via aérea, de pessoa para pessoa. A temperatura de cozimento (71º C) destrói os vírus e bactérias.
  Quais os sintomas em pessoas ?
Febres altas e repentinas, tosse, dor de cabeça intensa, dor muscular e nas articulações, irritação nos olhos e narinas.
  Trata-se de um novo tipo de gripe suína?
Assim como no ser humando, os vírus da gripe sofrem mutação contínua no porco, um animal que possui, nas vias respiratórias, receptores sensíveis aos humanos e aviários. Os porcos tonam-se, então, "crisóis" que favorecem o aparecimento de novos vírus gripais, através de combinações genéticas, em caso de contaminações simultâneas. Esses tipos de vírus híbridos podem provocar o aparecimento de um novo vírus da gripe, tão virulento como o da gripe aviária e tão transmissível como o da gripe humana. Esse tipo de vírus que o sistema imunológico humano desconhece poderia ter as características necessárias para desencadear uma pandemia de gripe.
  A infecção pode ser tratada ?
Dados iniciais sugerem que os dois antivirais destinados à luta contra a gripe, o Tamiflu e o Relenza, são eficazes contra o novo vírus se forem tomados logo após o aparecimento dos primeiros sintomas.
  A vacina contra a gripe estacionária humana evita a gripe suína?
Não, mas os infectologistas dizem que as pessoas devem se vacinar, porque a imunização diminui bastante a preocupação de quem possa vir a ficar gripado. Outra vantagem é a diminuição da circulação do vírus selvagem - da gripe comum -, que pode sofrer uma nova mutação e mudar o perfil da doença.

Fontes: Agência France Presse/Folhapress/JC Online
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Esperança para portadores de Esclerose Múltipla  escrito em quarta 15 abril 2009 18:11

Medicamento utilizado no tratamento de Leucemia dá esperança a portadores de Esclerose Múltipla.

Após passarem por duas etapas utilizando um medicamento para tratamento de Leucemia, os integrantes do grupo com sintomas de Esclerose Múltipla serão avaliados para verificar quais as respostas quanto as substâncias utilizadas em etapas anteriores.

Ao todo são 240 Centros de Pesquisa no mundo, quatro deles no Brasil, e visa avaliar a resposta dos portadores à substância, em comparação com a betainterferona 1ª fase, terapia convencional utilizada no tratamento da doença.

De acordo com o artigo já publicado, participantes da fase II recuperaram parte das funções físicas perdidas mostrando-se menos incapacitados três anos depois do início do tratamento. "A clara eficácia do Alentuzumabe no estudo de fase II faz desse medicamento uma promessa para um grande número de pacientes portadores de Esclerose Múltipla", explica o Dr. Fernando Naylor, neurologista e gerente médico da Genzyme. Segundo Naylor, a expectativa é que os resultados sejam confirmados na fase 3 do estudo clínico, "levando-se  em conta que o tratamento não só foi efetivo na prevenção de novos surtos da doença, como também foi significativamente eficaz para a melhora da incapacidade motora, presente nos portadores", diz.

A Esclerose Múltipla é  um processo desencadeado pelo próprio sistema imunológico (auto-imune) e que destrói a mielina (desmielinizante), estrutura lipoprotéica que reveste o neurônio e é fundamental na transmissão dos impulsos nervosos, já que auxilia na condução das mensagens que controlam todos os movimentos conscientes e inconscientes do organismo.

A pesquisa é financiada pela Genzyme e o laboratório alemão Bayer Schering Pharma. Ao todo são 334 portadores que sofriam da enfermidade em estado precoce e o resultado mostrou que o medicamento reduziu 74% a mais o número de ataques.

Fonte: O Debate

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